Há poucas coisas que um gajo tem realmente prazer. Uma delas não costuma ser trabalho. Só de ter de pensar que tenho de acordar cedo para ir trabalhar dá logo vontade de virar para o outro lado e continuar a dormir. MAS... Por vezes, até compensa e passo a explicar porquê.
Ora, tendo em conta que estou a estagiar numa rádio e que estou a fazer produção de dois programas ( um bem haja à doutoura do PE ), é normal que conheça e que fale com múltiplas e variadas pessoas. Para o programa de desporto então é uma alegria. Este último foi uma homenagem ao Rui Costa o que envolveu vários convidados em estúdio e outros por telefone.
Um deles, por coincidência ora esta, era nada mais nada menos que o Maestro, o Tio Rui ( acabei de fazer uma vénia porque sempre que pronuncio ou escreve Maestro, tenho tendência para fazer uma vénia). Então, meus amigos, posso dizer-vos que estive numa tremenda cavaqueira, num tête a tête, com o Tio Rui. Falámos durante 10min sobre o Benfica, sobre o Camacho, o que ele pensa do futebol actual, das suas músicas favoritas. Portanto como se estivessemos no café.
Como não é todos os dias que se fala com o Tio Rui, fiquei bastante contente para não dizer que soltei uma gotinha de urina nas boxers. Isto sem contar que para a semana tenho aqui um autógrafo dele num papel ( seja ele qual for ).
E pronto foi o meu dia.
Porreiro não foi? ( sou um mete nojo do caraças)
E com isto acabo e desejo boas noites que tenho de ir aturar uns velhos
PS: Grande PE Doutora Lara!!
12 de março de 2008
10 de março de 2008
9 de março de 2008
The Cure para todos os males

Dos anos oitenta saíram inúmeros "tesourinhos deprimentes", no que à área musical respeita. Os The Cure não se encaixam, indubitavelmente, nessa fileira. As três décadas de carreira têm-lhes garantido sucessivas salas esgotadas, tal como aconteceu este Sábado durante três horas de espectáculo, num Pavilhão Atlântico a rebentar pelas costuras, quase duas décadas após a estreia do grupo em Portugal, no Estádio de Alvalade.
Verdadeiras lendas da iconografia pós-punk e, outrora, considerados os reis do gótico e do alternativo, os The Cure mostraram que o palco é o seu reduto. Vestidos de negro, confiantes, divertidos e com a maquilhagem da praxe, Robert Smith (voz e guitarra), Porl Thompson (guitarra), Simon Gallup (baixo) e Jason Cooper (bateria) entraram em palco de mansinho, ao som de 'Plainsong' e 'Prayers For The Rain', os dois primeiros temas da noite. Rapidamente conquistaram o público presente, composto, na sua maioria, por conhecedores do percurso musical do grupo. A média de idades devia, certamente, rondar os 30 anos, pessoas que claramente cresceram a ouvir os doces lamentos e o som descomplexado do grupo. A rebeldia terá ficado nos 80's, já que, nos dias de hoje, a sobriedade no vestuário é a nota dominante. Ainda assim, avistam-se alguns grupos de góticos na assistência.
A aparente frieza de Robert Smith, que poucas vezes se dirigiu ao público entre uma e outra música, e raramente para mais do que os "obrigados" da praxe, não parece ter incomodado ninguém, já que, era para ouvir as músicas da banda que ali se encontravam. O mítico vocalista dos Cure continua igual a si próprio: a mesma voz poderosa, o cabelo desgrenhado e a maquilhagem, que são a sua imagem de marca. Só uns quilinhos a mais denunciam a passagem do tempo.
A noite era dada a nostalgias. A contemplação era visível. Sensivelmente até meio do espectáculo, a letargia era geral mas, aos primeiros acordes de 'Lovesong', a loucura instalou-se, prolongando-se até aos derradeiros instantes do concerto. Clássicos incontornáveis da música pop rock de cariz alternativo, como 'Lullaby', 'Friday I'm In Love', 'Close To Me', 'In Between Days', 'Killing An Arab', 'Just Like Heaven' ou 'Boys Don't Cry' fizeram as delícias dos seguidores do colectivo britânico. Os temas antigos foram intercalados com alguns mais recentes, do 13º disco de originais, a editar em breve, numa noite para celebrar e recordar o melhor dos 80's.
E pensar que Robert Smith quase se suicidou no passado, só para que o percurso da banda acabasse em apoteose. Ainda bem que não o fez. A sua contribuição para a história da música é inquantiificável, o seu legado é eterno.
7 de março de 2008
5 de março de 2008
Querida Natalie Portman,
Chamo-me Cyclone e sou de Portugal. Sempre vivi cá, apesar de muita gente achar que sou japonês ou sul coreano, vá-se lá saber porquê. De qualquer modo, estou a escrever-te esta carta por uma única e simples razão... Razão que me quebra o coração diga-se.
Então tu namoraste com o Moby??? Como é que é possível?? Tanta gente nerd no mundo e tu vais escolher um dos tipos mais chatos, arrogantes do mundo da música? Quer dizer, já sabia que tu gostavas de nerd's mas quer dizer... Para isso tinhas vindo a Portugal à uns anos atrás, quando ainda usava óculos e eu juro-te que não tinha feito a operação só para tu ficares a olhar para mim. Fiquei altamente desiludido com esta notícia... Esper que daqui para a frente ponhas a cabeça no sítio e que o teu gosto em homens comece a melhorar senão tenho de me meter num avião e botar Borat em ti. Ir a um local onde estejas, meter-te num saco e fugir contigo às costas pelo parque de estacionamento. Vê lá vê.
Um beijinho,
Cyclone
Então tu namoraste com o Moby??? Como é que é possível?? Tanta gente nerd no mundo e tu vais escolher um dos tipos mais chatos, arrogantes do mundo da música? Quer dizer, já sabia que tu gostavas de nerd's mas quer dizer... Para isso tinhas vindo a Portugal à uns anos atrás, quando ainda usava óculos e eu juro-te que não tinha feito a operação só para tu ficares a olhar para mim. Fiquei altamente desiludido com esta notícia... Esper que daqui para a frente ponhas a cabeça no sítio e que o teu gosto em homens comece a melhorar senão tenho de me meter num avião e botar Borat em ti. Ir a um local onde estejas, meter-te num saco e fugir contigo às costas pelo parque de estacionamento. Vê lá vê.
Um beijinho,
Cyclone
4 de março de 2008
Ainda em relação aos espanhóis, comentaram por aí que existem pontos positivos deste povo que mora aqui ao lado. Pois bem, como o blog é meu e quem manda aqui é o presidente da junta, terei todo o gosto em responder a tais argumentos.
1 - Espanha tem um cultura de rua, uma "movida"
Portanto, amiguinhos e amiguinhas, como podem constatar, os espanhóis continuam a ser um povo chato. Não se foge ao que somos.
Lembrei-me de mais uma coisa que isso sim lhes devemos, e muito.
Começa com Espanho... e o fim é algo como ...ladas.
Muchas gracias.
Buenas noches e buena sorte ( até isto roubam )
1 - Espanha tem um cultura de rua, uma "movida"
- Portugal também tem essa cultura. Basta ir ao Bairro Alto em qualquer dia e vê-se logo a energia e cultura que existe. A bebida claro que ajuda mas também as melhores conversas surgem quando está tudo com os copos. E se durante a época de Salazar, andava tudo fechado em casa com medo da Pide, agora anda tudo na rua a saltitar por aí.
2 - Fazem a vida toda na rua, novos, velhos, casais com carrinhos de bébés, estudantes.
- Três palavras: Domingo à tarde. Hà melhor altura para trazer a família toda à rua? É que não é só, velhos, novos etc. É toda uma panóplia de pessoas que fazem a sua vidinha na rua. Cães, pdc's ( puta das criancinhas para quem não está familiarizado com o termo ), piriquitos e muito mais. Nós vivemos na rua. Contudo, não sei se será muito bom fazer tudo na rua... Nunca fui muito voyerista...
3 -"Botellon"
- Meus amigos e amigas, quando falamos de alcool, nós ganhamos a qualquer povo. Basta ver o número de acidentes em Portugal. Ou então que temos o record da Europa do gajo que mais alcool tinha no sangue. Ou então dos milhares de copos e garrafas que os senhores do lixo têm de apanhar no Bairro num domingo de manhã. E não é Botellon, é Garrafinhas. Eles é que roubaram o nome.
4 - Eles não se entre quatro paredes assim que o sol se põe.
- Não só são chatos como sugam sangue. Acordam de noite para vaguearem à noite à procura de vítimas. É um povo que só vê sangue. Deve ter ficado da Inquisição....
Portanto, amiguinhos e amiguinhas, como podem constatar, os espanhóis continuam a ser um povo chato. Não se foge ao que somos.
Lembrei-me de mais uma coisa que isso sim lhes devemos, e muito.
Começa com Espanho... e o fim é algo como ...ladas.
Muchas gracias.
Buenas noches e buena sorte ( até isto roubam )
3 de março de 2008
Se há povo que eu não gosto,
São os espanhóis. Irritam-me. Falam espanhol, comem tapas ( que é uma merda em cima de outra merda em cima de um prato ), falam espanhol, fecham os cafés cedo, criaram o Cort Inglês ( ora se são espanhóis, porquê chamar-lhe cort inglês? ), quando falam espanhol, o que já é muito irritante, fazem-no como se tivessem a quilómetros de distância portanto berram que nem bestas, têm a mania que povoaram metade do globo e tal.
Mas que raio de povo é este? São chatos. Porquê é que não vai todos para Tenerife ou Maiorca e dexam as terras para nós? Assim podíamos fazer vários países "Portugal" para cada um. Do género:
"Então és de onde?"
"Sou dono de Portugal Barcelona."
"Eh que bacano. Eu tenho o controlo de Portugal Granada"
Era tudo nosso.
Mas não.
Vamos ficar mesmo aqui ao lados dos portugueses, a meter inveja.
Bitches.
Realmente quando penso nos espanhóis, só há uma coisa que me apraz o juízo.
Decidiram tomar conta do Saramago.
Aí eles foram porreiros.
PS: Este post foi escrito enquanto ouvia o debate entre Zapatero e Aroyo para as presidenciais. Convém dizer que a tv estava aos berros e que ouvir espanhóis a falaram espanhol durante 2 horas não é... como posso dizer... fofinho, vá lá.
Mas que raio de povo é este? São chatos. Porquê é que não vai todos para Tenerife ou Maiorca e dexam as terras para nós? Assim podíamos fazer vários países "Portugal" para cada um. Do género:
"Então és de onde?"
"Sou dono de Portugal Barcelona."
"Eh que bacano. Eu tenho o controlo de Portugal Granada"
Era tudo nosso.
Mas não.
Vamos ficar mesmo aqui ao lados dos portugueses, a meter inveja.
Bitches.
Realmente quando penso nos espanhóis, só há uma coisa que me apraz o juízo.
Decidiram tomar conta do Saramago.
Aí eles foram porreiros.
PS: Este post foi escrito enquanto ouvia o debate entre Zapatero e Aroyo para as presidenciais. Convém dizer que a tv estava aos berros e que ouvir espanhóis a falaram espanhol durante 2 horas não é... como posso dizer... fofinho, vá lá.
O que tem a Islândia?
Tirando o emplastro, parece-me que tem muita bagagem cultural por onde explorar. Mas isto é só a visão de quem acha que comer línguas de veado com talheres merece levar palmadinhas no bumbum até já não haver mais dirty names para chamar.
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