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2 de fevereiro de 2010

Cleese Would Be Happy.

Já que estamos na onda dos acontecimentos cómicos...

Carlos Carvalhal refere que "Pedro Mendes é um jogador para o futuro."

30 anos. Recuperou de lesão grave.

Manuel Alegre diz que não vai candidatar-se por nenhum partido.

O Bloco de esquerda apoia a sua candidatura.

Ahhhh... Estes Brunos Nogueiras de hoje em dia...

The Fairy Queen.


Que o Mário, Mário, Mário, Mário Crespo sempre foi informação, é uma verdade absoluta.

Um profissional de renome nas lides jornalistícas portuguesas, com anos de experiência e uma qualidade de comunicação acima da média como é comprovado pelo seu retorno à ribalta na SIC Notícias depois de ter saído de um modo algo estranho da RTP e ter desaparecido do mapa durante uns anos.

Esse novo estatuto deu-lhe a possibilidade de trabalhar noutras àreas da comunicação social, nomeadamente, a do cronismo na imprensa. Não querendo ensinar nada ao Mário, porque claramente ele está a anos-luz no que toca a conhecimentos, fui aluno de comunicação social e até sei algumas coisas. Uma delas é saber distinguir um artigo de opinião de um artigo jornalístico.

Quem faz crónicas ou escreve artigos de opinião, limita-se a dar a sua opinião sobre um determinado assunto baseando o seu argumento em experiência e conhecimento com o intuito de incentivar o pensamento colectivo. Um artigo jornalístico tem regras mais restritas onde se procuram dar a conhecer todos os factos de um determinado acontecimento seguindo a filosofia do Quem? O Que? Quando? Onde? Porque e Como?. Obviamente são coisas distintas dentro da àrea jornalística mas que ao longo dos últimos anos, as pessoas têm "aproximado" os dois conceitos misturando o que é do foro pessoal com o foro jornalístico. Quando digo as pessoas, não me refiro apenas aos jornalísticas que de acordo com o deontologia da profissão não devem ser "opinion-makers", mas também aos leitores, espectadores e ouvintes que deixaram de perceber o que distinguia as duas profissões. Basta ver o caso de Manuela Moura Guedes que é amada por uns e odiada por outros, seja pela sua capacidade de lutar contra o poder ou de revelar factos importantes. Uma coisa é certa, goste-se ou não, a sua qualidade profissional dá uma má imagem da profissão. Não digo que o erro está no debate se ela deverá ser "opinion-maker" ou jornalista porque nos EUA, todos os canais de televisão e jornais estão associados a partidos políticos que influenciam as suas agendas mediáticas. Está no modo como se apresentam as coisas.

Também é justo dizer que Manuela Moura Guedes tem um estilo muito próprio. Não papa grupos nem se deixa ficar. Mas Mário Crespo também não. Viu-se na entrevista com Silva Pereira. Enquanto que um tornou-se um foco mediático pelas más razões, o outro tornou-se num símbolo de independência e qualidade.
Posto isto, quando hoje olho para os jornais e vejo o drama que se desenrolou sobre um artigo de opinião escrito por Mário Crespo e que não saiu na edição do Jornal de Notícias de hoje, senti-me intriguido para perceber se realmente existia uma falta de nexo por parte de Mário Crespo ou se estávamos a falar de uma censura escancarada.

Este era o texto original:

"Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada."

Após ter lido este artigo de opinião, concluí que apesar de apreciar e muito o trabalho de Mário Crespo, o Jornal de Notícias tem toda a razão em recusar imprimir este trabalho.

As razões:

1 - São referidos factos não presenciados pelo próprio, contados através de terceiros.

2 - A palavra de qualquer pessoa pode ser posta em causa, independentemente da sua qualidade profissional, apreço pessoal, quando esta lança acusações baseadas no leve "diz-que-disse."

3 - No que toca a partilha de conhecimentos e pensamento social, a relevância é nula. O artigo refere-se ao próprio autor sem o minímo interesse para a sociedade em geral.

4 - Existindo o relato de acontecimentos específicos com pessoas concretas, deixa de ser um artigo de opinião e sim um artigo jornalístico que devia responder ao Quem? O Que? Quando? Onde? Porque e Como?, algo que não é feito, apenas insinuado.

5 - Quem são as fontes com que confirmou?

6 - Quem era o director de televisão que estava na mesa?

Surpreende-me que Mário Crespo tenha escrito este texto sem ter a conta a sua relevância jornalística, e ainda mais, sem ter a preocupação de se defender caso a coisa desse para o torto como deu. A sua reacção é ainda mais estranha, não pelo facto de se ter demitido do cargo de cronista do jornal porque isso seria mais que óbvio, mas pelo facto de que o texto que supostamente teria sido enviado apenas para o editor fosse parar ao site do Instituto Sá Carneiro, ligado ao maior partido da oposição, o PSD. Mário Crespo já veio dizer que não sabe como tal aconteceu. Eu também não, mas tenho uma opinião não fundamentada.

Este acontecimento mostra o poder que a comunicação social adquiriu em Portugal ao longo de vários anos. Lá fora, a comunicação social é considerada o 5º Poder com uma relevância estrondosa confirmada pelos casos Watergate e dos relatórios do 11 de Setembro, que pode obrigar à queda ou à ascenção de um governo. Para mais aulas sobre este assunto contactar Hugo Chávez. No nosso país, tem-se verificado um aspecto interessante. A comunicação social tem-se conseguido aproximar do seu público, não pela qualidade profissional mas pela ligação afectiva com as suas caras conhecidas que se tornam não em veículos de informação, mas em critícos, "opinion-makers", avaliadores, comentadores. Perante um governo tão criticado como o de Sócrates, as parecenças entre o público e os meios de comunicação são cada vez maiores. Complementam-se mutuamente.

Sempre vi o jornalismo como o contra-poder. Mas esse contra-poder era baseado em factos e não em opiniões. Se assim fosse, todos nós nos chamaríamos de Carlos Castro e escrevíamos no Jornal de Notícias.

PS: Deixo apenas parte da linha editorial do Público sobre artigos de opinião.

"Não são publicados artigos de opinião onde sejam detectados erros factuais de substância. Este facto descredibiliza não só a matéria de facto referida no texto, mas também os pontos de vista aí enunciados. "

1 de fevereiro de 2010

Long Live The Dream!

O Festival de Sundance é o ponto de encontro para a academia indie do cinema como já se sabe.
De lá saem pérolas como "Hesher" com estreia marcada para este ano e que conta com a participação de Joseph Gordon-Levitt num dos papéis mais marcantes da sua excelent carreira.

Outro filme que vai virar cabeças é o intitulado, "Exit Through the Gift Shop" que conta com nada mais nada menos... Banksy. E quem é ele? É apenas o maior criativo da nossa geração no que toca ao grafitti e arte urbana. Quem nunca ouvir falar dele, aconselho darem um pulo à Fnac e procurem os livros dele. Talvez percebam o porquê dele ser tão aclamado no mundo urbano. Todos os seus trabalhos têm um objectivo político ou social que poucos tipos conseguem alcançar.

Se vos interessar muito, deêm uma vista de olhos ao trailer. E depois vão vê-lo ao cinema.

As Cotton.


Quero um Mac.
Não um portátil mas sim um Mac daqueles supimpas para ter na mesa Ikea com as colunas Bang & Olufsen. Depois junto lhe um sintetizador e está feito.
O processo de montar um estúdio de som fica logo com meio trabalho feito.
Portanto cheira-me que daqui a dois, três meses vou ser um rapaz feliz.

1 Minute. Look Back. Walk.


28 de janeiro de 2010

Evolution Of The Species is Something Really Special.


Ontem tive a oportunidade de ver o documentário "The Cove" sobre o assassínio de milhares de golfinhos no Japão, na baía de Taiji.

Trata-se do melhor documentário a aparecer no cinema nos últimos dois anos, não há dúvidas disso.

O objectivo é simples mas ao mesmo tempo altamente polémico: denunciar a carnificina que decorre entre os meses de Setembro e Março, na baía de Taiji, Japão, onde milhares de golfinhos são capturados e enviados para centenas de aquários por todo o mundo. Os que não são capturados, sofrem um fim bem mais sangrento. São arrastados para uma zona escondida onde são mortos com lanças, facas, esquartejados até o mar ficar vermelho.

Uma equipa liderada por Ric O'Barry, o antigo treinador de Flipper, consegue imagens impressionantes através de camâras escondidas colocadas estrategicamente ao mesmo tempo que evadem perseguições policiais e o embate com os pescadores da zona que fazem de tudo para os provocar filmando cada momento à espera de uma agressão. É de levar às lágrimas quando se vê um golfinho bébé a tentar fugir dos assassinos enquanto sangra e vem à tona para respirar por três vezes até desaparecer enquanto se ouvem risos dos pescadores.

Para contextualizar, esta história começa com a série "Flipper", uma das mais lucrativas séries de sempre onde um golfinho era a personagem principal. Foi o início de uma indústria que hoje rende biliões de dólares. Ric foi o tratador dos cinco golfinhos que participavam na série e quando morre Cathy, a fêmea principal da série, a sua visão sobre o captiveiro deste animais muda e ao fim de 10 anos a montar uma indústria, passa os 35 anos seguintes a tentar destruí-la. Ao longo deste anos, torna-se um nome de referência na protecção destes mamíferos tendo percorrido o mundo a libertar golfinhos e por causa disso a ser preso e visto como um alvo para as indústrias que vivem do comércio de golfinhos. A sua causa é justa. Conseguimo-nos aperceber disso ao longo do documentário. A tristeza nos seus olhos revela um peso na consciência que dificilmente irá conseguir retirar.

Este documentário consegue dar uma visão ampla de todo o problema, procurando entender as causas e as consequências deste desastre ambiental porque não são apenas os golfinhos que sofrem, os seres humanos também são afectados. Com a Revolução Industrial, os níveis de mercúrio no mar têm aumentado exponencialmente e os mamíferos tornam-se "caixotes de mercúrio" que são ingeridos por nós, humanos, e claro, provocam-nos graves doenças. Juntando a estes problemas, apercebemo-nos que a política tem a sua cota parte na continuação do drama. O Japão é um dos únicos países que ainda defende a caça de cetáceos em prol de benefícios económicos e de sobrevivência das espécies mais pequenas de peixe, porque como refere a delegação japonesa na International Whaling Commission, os cetáceos como as baleias e os golfinhos estão a "comer" demasiado peixe. Sim, um dos argumentos é que este mamíferos comem demasiado peixe portanto devem ser caçados.

Os seres humanos conseguem ser realmente estúpidos.

O trabalho desenvolvido pela equipa de Ric O'Barry vai ao fundo das questões expondo a hipocrisia e a corrupção dos países envolvidos neste desastre ambiental, focando-se no Japão e na tentativa de "afastar olhos curiosos" do drama que os animais vivem.
É um trabalho extremamente bem desenvolvido, capaz de emocionar qualquer um forçando-nos a tomar uma posição perante o que se passa.

Vale bem a pena ver.

Para quem quiser espreitar o documentário, pode dar um salto a este site:

Quem quiser tomar uma posição pode fazê-lo através dos sites do filme:


Finally Good News.



" Hi Everyone!
We have exciting news for you this morning. We are very pleased to announce the first tour dates in support of our new album in April, May and June.


The as of yet untitled follow-up to Boxer will be released worldwide in May on 4AD (specific date TBA). The shows begin at the Big Ears festival in Knoxville, Tennessee on March 28th followed in April by two special shows April 22nd and 23rd at the National in Richmond, VA. We will then play Royal Albert Hall in London on May 6th, Le Zenith in Paris with PAVEMENT on May 7, and Astra in Berlin on May 9 before starting a North American tour in Los Angeles at the Wiltern on May 22nd. Ramona Falls will be opening our US shows on the west coast.

There are limited pre-sales starting tomorrow morning and we encourage mailing list members to get tickets early.

The US pre-sales begin at 10am local time on Tuesday, Jan. 26 and run through 10pm Thursday, Jan. 28. The London & Berlin pre-sales start at 10 am local time on Wednesday Jan. 27 and run through 10 pm Thursday, Jan. 28.

The password for all of the pre-sales is BloodBuzz.
We will announce support acts for the tour and have more specific news about the new album in the coming weeks. All dates are listed below.
See you soon …"


Retirado do site dos The National

26 de janeiro de 2010

And What Else?


The Good Old Days

Ontem revi-os a todos. E foi um orgulho imenso.

(Eusébio)



(Shéu)


(Rui Costa)

(Schwarz)

(Toni)

(Valdo)


(Karel Poborsky)

(Rui Águas)

(Pietra)

(Paulo Madeira)

(Vítor Paneira)

(Néné)

(Mozer)

(Magnusson)

(Chalana)

(Abel Xavier)


(Neno)


(Veloso)

(Abel Silva)

(Hélder)


(Humberto Coelho)

(Dimas)

25 de janeiro de 2010

They All Come From Down Under.

Eles vêm da Austrália. São os The Temper Trap.
E juntamente com o The Maccabees, são as minhas duas bandas a ter em atenção para este ano.
Sem contar que "Sweet Disposition" é um single do camandro. Assenta que nem luva em "500 Days of Summer".

Aqui fica o mini-show que deram para o Interface, as sessões da Spinner.









NewsFlash

  • Guitarrista dos Bloc Party, Russel Lissack, com novo projecto musical - Pin Me Down

Enquanto os Bloc Party fazem uma pausa por tempo indeterminada, os seus membros começam a explorar novos projectos. Kele Okereke já está a trabalhar no seu álbum. Agora é a vez de Russel Lissack. O guitarrista juntou-se à cantora Milena Mepri no projecto "Pin Me Down" que começa a dar cartas com o single "Cryptic".

  • Ed O'Brien dos Radiohead fala do estado da indústria musical.

Em entrevista ao site Midem, o guitarrista de uma das bandas mais inteligentes no que toca à adaptação das novas tecnologias à indústria musical, fala da necessidade das editoras se adaptarem a novos modelos de mercado que são utilizados pelas bandas e pelos ouvintes. Refere que a pirataria não está a destruir o mercado, mas sim a transformá-lo. A 1ª parte da entrevista está aqui. A 2ª pode ser ouvida neste link.

  • Primeiro avanço para "Scratch My Back" de Peter Gabriel.

O ex-vocalista dos Genesis está prestes a lançar um novo álbum, não de originais mas de "troca de conhecimento" entre artistas. Com covers de Bon Iver, Arcade Fire, Talking Heads ou Elbow, o álbum tem a orquestração e produção a cargo de Bob Ezrin e John Metcalfe e será de certeza um álbum a ouvir com atenção tendo em conta a qualidade musical de Peter Gabriel. O primeiro avanço é "My Body is a Cage" dos Arcade Fire. Pode ser ouvido neste link.

  • Jónsi Birgisson, vocalista dos Sigur Rós, dá a conhecer o primeiro single do seu projecto a solo.

Num programa da rádio WNYC, o vocalista dos Sigur Rós, mostrou avanços do seu futuro álbum a solo acompanhado por uma guitarra e percurssão. O link está aqui. Entretanto se quiserem ir acompanhado o processo de criação do álbum podem dar uma vista de olhos aos vídeos que o músico vai postando no Vimeo.

22 de janeiro de 2010

Shopping Spree!

Descobri o potencial da Amazon e agora não quero mais nada.

Masters Of The Universe.



Tão foooooooorte.

21 de janeiro de 2010

So Wrong.

"Estava excepcionalmente Jedi."

I Can Feel It Coming In The Air Tonight.

Notícia do dia:

Sá Pinto confunde Liedson com Artur Jorge e, de volta ao revivalismo, termina a sua carreira de director desportivo com um punch.
Sá Pinto referiu que "Sempre fui atrasado mental. Ia lá mudar agora."
Liedson, por sua vez, ainda está colado à parede do balneário do Sporting tal foi a força do soco. Os colegas prometem não voltar a chamá-lo de Levezinho.