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26 de maio de 2010

Nightime Under Stars.

Um belíssimo concerto/peça de teatro que os The XX proporcionaram ontem ao público de uma aula Magna a abarrotar. Uma mistura de espaço cénica com a já definida música dos artistas criou uma ligação emocional de todo o momento, duma forma que poucas bandas com um único álbum para apresentar, conseguem fazer. Não esquecer que os pequenos têm idades compreendidas entre os 19 e 21 e já demonstram uma maturidade musical e lírica acima da média. Parecem os irmãos depressivos mais novos dos The Cure ou dos Radiohead. A cumplicidade entre as vozes de Romy Madley-Croft e Oliver Sim mais parecem que são um casal a falar de amores e paixão por sussuros, à espera que ninguém ouça. O ninja total dos samplers, Jamie Smith, mostrou e bem porque é que é o espírito criativo por detrás da banda ao tocar bateria, samples, piano, efeitos. O homem é um mais que um dj, é um técnico musical.

Este é daqueles concertos que fica na retina e na memória.
Curiosamente, até acho que deve funcionar bem em festival durante a noite. A ver vamos no Alive.


Se vos apetecer terem um gosto do que se passou ontem, então cliquem AQUI e ouçam um concerto deles ao vivo em excelente qualidade.

25 de maio de 2010

Read About It.


Agora que o Lost acabou começam as críticas, os debates, as avaliações, os recaps, as teorias.
O LA Times tem um excelente artigo on-line, bastante extenso, onde se fala um pouco de tudo, incluindo a teoria mais viável sobre todo o conceito de Lost do qual também partilho a mesma opinião.

Leiam e entretenham-se. Clickem AQUI, se faz favor.

24 de maio de 2010

Now What?

SPOILER ALERT!

E chega ao fim seis anos a acompanhar uma das melhores séries do séc XXI, se não a melhor, LOST.

Ainda estou em modo "pensativo" em relação à série (não ao final) a tentar relembrar-me de momentos chave, de ligações de frases e situações que me levassem até ao tão desejado final da série. No ponto de vista global, o final foi o melhor que podia ter sido feito na minha opinião. Não é tão complexo como muita gente esperava, nem tão simples como os cépticos acreditavam. Tem uma veia religiosa, sim é verdade, o que leva muita gente a dizer que afinal a teoria do Purgatório estava certa. Não concordo.

A teoria do Purgatório é refutado pelo pai do Jack, Christian, quando diz que eles estão mortos, mas que morreram em diferentes alturas. Ou seja, tudo o aconteceu durante as seis temporadas, aconteceu (Whatever Happened, Happened). Na realidade alternativa, é que podemos pensar numa espécide de Purgatório onde todos se encontram depois de morrerem porque eles partilharam os melhores momentos das suas vidas uns com os outros (Live Together, Die Alone). Não era necessário explicar o conceito da ilha, para que servia, donde veio o Men in Black/Smokey, o que era a Luz. Basta entender que mais importante que a mitologia ou religião ou ciência, as relações humanas tiverem um papel fundamental nesta série.

Jack salva a ilha, preenchendo o seu papel como defensor, morrendo por ela.
Hurley fica como o seu substituto e Ben como conselheiro.
Locke/MIB morre pelas mãos de Jack, já que as regras foram quebradas com o desvanecimento da Luz.
Os restantes conseguem fugir da ilha e seguem com as suas vidas.
Na realidade alternativa, tudo o que acontece, acontece num espaço e tempo indefinido onde estão todos mortos. Uns de velhice, outros por razões que não sabemos. O que importa é que a realidade alternativa não é assim tão alternativa. É uma realidade criada por eles mesmo de modo a ficarem juntos quando todos morressem. A série termina com a Luz a encher a sala da igreja onde estão todos.

É um longo episódio que tem de revisto e que tem bastante momentos emocionantes como o reeencontro do Hurley com o Charlie, de Sayid com a Shannon ou o meu favorito, do Sawyer com a Juliet. O final, com a morte do Jack, no mesmo local onde acordou no primeiro episódio é deveras triste mas faz a ponte com tudo o que se passou até aquele momento. É o fim de um ciclo. Ou será o início de outro, noutra altura e noutro espaço?

Lost é a série mais importante da televisão mundial do nosso século. Dever ser apreciada em todo o seu esplendor com as suas complexidades de temas e ligações emocionais. Mesmo quem nunca se interessou pela série, deve dar uma oportunidade e experienciar algo tão distinto e único como Lost. Duvido que se faça uma série tão boa como esta novamente.


Namaste.

21 de maio de 2010

Holy Fuck! (Not The Band)

Não sei se hei de rir ou de chorar.
Scarlet, não faças estas coisas. Sou demasiado novo para ter um AVC.

20 de maio de 2010

We Can All Hear.


Os The National deram no passado dia 15 um concerto em Brooklyn com transmissão ao vivo no Youtube, numa parceria com a Vevo, realizado por DA Pennebaker.

Como vivemos fora dos Estados Unidos, não conseguimos ver os vídeos no Youtube.
Sim, that sucks.

MAS, como a internet é uma coisa fantástica, claro que existem uns cromos que merecem uns abraços. Como tal basta clickarem AQUI, vão até o fundo da página onde vão encontrar três links de onde podem fazer o download das músicas ao vivo, já editadas.

A internet é ou não é uma coisa maravilhosa?

No More Teaching for You.

A Bruna foi para o arquivo. Quem é que a vai substituir? A Bang Produções sabe tudo.


Pleaaaaaaaaaaaaaase.

Julho. 21.
Gosto muito de vocês.




Uhhhh I Got The Power.


Caros leitores masculinos, este veículo que devem estar a reconhecer do filme "The Dark Night" está à venda. Sim senhor, é a mais pura das verdades. Não é barato nem é possível conduzi-la na cidade porque vem sem uma corrente que impede o seu uso(nada que não se arranje). Vejam aqui as especificações e preço.
De qualquer modo, colocar isto em frente à nossa garagem dá um cenário brutal.
E aposto que se conduzissemos este bébé, fazer a Rotunda do Marquês ia ser bem mais simples

18 de maio de 2010

A Thousand Capes.

A melhor música de Florence.

What the Fuuuuuuck!


30 Years That Love Tear'd You Appart.

We're Going to Ibiza.

O nosso colorido presidente deixou passar esta. Malandreco.
Se não fosse a crise, iam era casar-se para Espanha ou para a Gaylândia. Como o país está na banca rota (melhor uso da palavra de sempre), o Cavaco deixa que os gays se casam porque não está com muita paciência para birras entre Assembleia e Presidência. Prefere despachar o assunto como se fosse tão simples como barrar manteiga no pão. Ainda bem que temos um presidente que demonstra que está ligado a importantes questões sociais, que tem opiniões firmes e convictas, que não age de acordo com elas e se justifica baseando-se em outros problemas bem mais importantes sobre os quais só fala.

PS: É ou não é o melhor uso do Paint em jornalismo? Tão coza linda.

17 de maio de 2010

A Comedian Struggles.

Informa-se os demais que daqui a menos de um mês, o dono do tasca vai terminar o seu curso de stand up comedy com duas actuações ao vivo. Os dias ainda não sei, os locais só sei um. No entanto quero desde já convidar-vos para excelentes momentos de comédia ou de FAIL de proporções épicas. No fundo, ambas terão muita piada.