Pages

14 de dezembro de 2010

WLeaks 2

Saiu um documento no Wikileaks hoje que confirma o que se esperava: com a Manuela Moura Guedes na Sic, o conceito de "Televisão Independente" cai por terra.
E que ela não precisa de lugar de estacionamento. Vem equipada com um no esófago.

13 de dezembro de 2010

WLeaks.

O site Wikileaks é hoje uma força a ter em conta. Com um destaque cada vez mais mediático graças aos documentos que vão expondo e também pelo seu líder, Julian Assange , o Wikileaks tornou-se no principal meio de comunicação do séc XXI a um nível global. Passados três anos desde a sua criação oficial que o site se tem tornado numa bandeira da "liberdade da comunicação" que batalha contra os segredos obscuros dos governos sem diferenciar situações ou casos. Tanto pode expor documentação relativa a casos de guerra, saúde, problemas financeiros, corrupção ou factores políticos.

O impacto que o Wikileaks tem na sociedade actual é brutal. Basta verem as notícias dia sim, dia não.

Analisando o panorama jornalístico actual, é seguro dizer que o site veio transformar o modo como vemos as notícias, o que é realmente importante, que impacto têm e de que modo devem ser transmitidas ao grande público. Se é jornalismo de investigação? É relativo. O simples facto de sobreviver à conta de pessoas que enviam informação privilegiada para os seus elementos retira-lhes a estrutura necessária para ser considerada como jornalismo de investigação. Mas por outro lado, faz aquilo que grande parte dos media não consegue: encontrar histórias importantes e transmiti-las para o mundo, sem filtros, receios, preconceitos ou pressões. A importância do Wikileaks para a sociedade actual é inseparável da obscuridade em que a maior parte dos governos se rege. Estamos constantemente a ser bombardeados com notícias de crises financeiras, de guerras, de tortura, de pobreza sem entendermos bem porquê ou que consequências têm tornando-nos simples receptores de informação que não reflectem. O Wikileaks eleve essa experiência para outro nível, já não achamos que algo acontece, agora sabemos. Torna-se real. Se morrem civis no Iraque? Quase de certeza que sim. Mas depois de vermos o vídeo do Collateral Murder, sabemos que morrem inocentes. Que a guerra tem efeitos nefastos nos próprios soldados que passam a vê-la como um jogo de computador onde se ganha mais pontos se não existir um corpo inteiro para analisar.

O Wikileaks é, para mim, um poderoso veículo de informação que irá revolucionar o modo como percepcionamos as pessoas que estão no poder e como desenvolvem as suas sociedades, trazendo luz para o secretismo que as caracteriza, forçando esses mesmos governos a adoptaram políticas mais transparentes. A democracia sobrevive apenas pela mão das pessoas que a aplicam e ao contrário de outros regimes políticos, este subsiste graças às pessoas que votam. Esse voto deve ser dado conforme a transparência dos candidatos. Nenhum governo deve esconder informação prejudicial ao seu povo. Consigo entender que exista informação privilegiada que não deve estar ao acesso de todo. Os segredos ainda são a principal arma de um político. Contudo, pergunto-me: Esconder o número de mortos civis no Iraque ajuda quem? Esconder que estiverem aviões da CIA em Portugal a transportarem presos? Isto são factos que, para o bem ou para o mal, devem ser do conhecimento das pessoas. Quem tomou as decisões deve arcar com as consequências dos seus actos. Num país democrático, não consigo conceber que pessoas que mereceram a nossa confiança tomem decisões difíceis e depois não as consigam assumir porque não querem perder o poder. Isso demonstra ganância. O Wikileaks destrói por completo essa ambição.

Esta nova guerra tecnológica que o Wikileaks trouxe será o grande perigo do nosso século ou será a maior evolução sociológica que verei nos meus dias.

Acredito no Wikileaks e na sua capacidade de transformar a sociedade. Doa isso a quem doer.


9 de dezembro de 2010

Antecipations.

90% das vezes sinto-me o House. Só me falta a bengala e o Vicodin. Tenho de arranjar um dos dois.

3 de dezembro de 2010

Great End of The Week.


Looking back

Quando o fim do ano está a à distância de um pulo, surgem centenas de artigos relacionados com os "melhores" do ano. No que toca à música já existem algumas listas, influenciadas ou não:

NME: Música Nº1 - Foals - Spanish Sahara

Spin: Aqui podem escolher de uma série de categorias como "Best New Artist", "Artist of The Year" e por aí fora.

Paste Magazine: Os dez melhores álbums - Nº1 - LCD Soundsystem - This is Happening

Uncut: Os melhores álbums de 2010 - Nº1 - Caribou - Swim

X-M@S.

Não gosto do Natal. Não gosto das luzes nas ruas. Não gosto do consumismo desenfreado. Não gosto de embrulhar prendas. Não gosto de estar num centro comercial com milhares de pessoas.

Na verdade, só gosto do Natal porque é o início da excitação para a passagem de ano.

29 de novembro de 2010

Take a Look.


A Empire fez uma compilação dos 30 livros de banda desenhada obrigatórios para os geeks, nerds ou simplesmente interessados em quadradinhos. Tanta coisa boa (belas ideias para prendas de natal não?

26 de novembro de 2010

FAIL

Que o Facebook acarreta algumas precauções, isso nós sabemos. O giro é quando alguém não as toma e podemos dizer "FAIL" com toda a pompa e circunstância.






25 de novembro de 2010

Yap...



Melhor analogia de SEMPRE? Sim.

We're Not on Good Terms.


Jesus voltou a Israel para levar na tromba, outra vez.

Este é o meu pensamento para os acontecimento de ontem referentes aos três secos que o Benfica levou do Hapoel-Telavive para a Liga dos Campeões. Para uma equipe como o Hapoel, que é bastante modesta no toca a jogar futebol, marcar três golos ao ainda campeão português, é um indicador mais que visível que as coisas não estão bem com o Glorioso sem contar com as derrotas que já sofremos esta época com destaque para os cinco do Porto.

Será das contratações? Da falta que Ramires e Di Maria fazem? Não me parece. É verdade que Jara, Salvio e durante algum tempo Gaitán, são bem mais fracos que os que se foram embora e têm demonstrado muitas dificuldades em adaptar-se aos esquemas fisícos e táticos de Jorge Jesus, mas ao mesmo tempo, não acredito que por dois jogadores se terem ido embora uma equipe como o Benfica fica tão desfalcada e tem maus olheiros que não encontram jogadores capazes de render o mesmo ou mais que Ramires e Di Maria. Então pode ser da baixa forma? Sim, é possível. David Luiz, Maxi Pereira, Javi García, Cardozo, Saviola estão muito abaixo da média em comparação com o ano passado. Não têm ritmo e aparentam estar completamente desgastados ao fim de 60min de jogo. Na minha opinião, muita da culpa advém das escolhas que Jesus faz conforme os jogos. O ano passado existia uma equipe fixa, uma "A", que era substituída pontualmente por uma "B". Esta época tem sido um fartote de alterações incompreensíveis como se viu no jogo com o Porto onde até Roderick participou. Não há uma definição claro do modo de jogo que se traduz numa grande dificuldade em marcar golos. O treinador do Benfica tem de clarificar as suas escolhas sem ilusões para que exista um entrosamento entre os jogadores. Salva-se Carlos Martins, Fábio Coentrão, Roberto (que bem recuperou.

Um outro fenómeno reside no ataque benfiquista. Cardozo voltou ontem, Saviola anda por ali, Kardek bem tenta, Weldon nem vê-lo, Nuno Gomes marca golos mas não jogo. O que é que está errado aqui? Não sou o maior fã do Nuno, mas quer dizer... Ele é um símbolo, ele joga e dá a jogar, ele marca golos. Ele tem de jogar. É quase um obrigatório ter Nuno Gomes em campo para dar ânimo à equipa. Curiosamente, ele está na mesma posição que o Heldér Postiga, só que este último voltou para dar um "último passo de dança". Jorge Jesus não pode continuar a a justificar-se com "pressões ofensivas", "dezenas de hipóteses de golo" que depois não se traduzem em golos e resultados positivos. Tem de passar a treinar com os pés bem assentes no chão, sem inventar, para conseguir safar o que resta desta época (e não é muito) procurando encontrar a identidade que caracterizou o Benfica o ano passado e que o Porto demonstra em cada jogo.

Não se admite a um clube campeão. O título deve ser defendido.

Hearts on Fire



No dia 23 de Março do ano que vem os Cut Copy vão abanar a sala de concertos do Coliseu. E eu vou estar presente.

23 de novembro de 2010

Do you Like?

O dono do tasco está com novos projectos que espera que deêm frutos num futuro muito próximo.
Como não podia deixar de ser, um deles tinha de estar ligado à corrente musical. Há uma nova página no Facebook dedicada a quem gosta de dar um passinho de dança, ouvir sons electro-rock-pop e acima de tudo, cantarolar no escritório enquanto os colegas olham de um modo curioso:

Dj PHELPS says you too can rock your body.


Ide lá, ide ouvir e se aprecia, então carregai no like per favôri.

19 de novembro de 2010

The Hardest Part.

Para hoje, dia de chuva, ofereço duas sugestões de vídeos bem diferentes no conceito, mas semelhantes no vanguardismo do uso do som associado à imagem.


Arcade Fire - The Suburbs
O mini-filme que dava um filme.


Klaxons - Twin Flames

A orgia desmedida coberta de óleo.

17 de novembro de 2010

We Can Make It Better.

Amanhã é dia de comédia em Alvalade. Eu sei que isto, por si mesmo, é um fartote mas desta vez vale a pena porque os tipos que vão jogar costumam marcar bastantes golos.

A Bang Produções volta ao Cinema City de Alvalade para mais uma sessão de Ens5ºio, um espectáculo de stand-up que vai contar aqui com o Je, Juan Pereira, Fernando Coelho e Hugo Rosa. As piadolas começam por volta das 22:30h e a entrada é grátis. Não há razão para não ir. A não ser que acorde às 5h da manhã na sexta. Ou seja prostituta e tenha de ir trabalhar. De resto, não há desculpas possíveis.

Vemo-nos por lá.

ps: quem se rir mais, ganha um caprisonne.

I Know Right??



Teremos aqui um dos melhores filmes de BD?