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20 de julho de 2009

It Sucks To Be...

Aparentemente, ser gay em Portugal é chato no que toca a dar sangue.
Quem o diz é o Instituto Português de Sangue, porque de acordo com eles, homosexualidade é um comportamento de risco.

Não discordando totalmente da afirmação penso que teria sido mais inteligente explicar o contexto da frase do que lançar madeira para o fogo. Há certas coisas nas quais ainda somos um pouco (muito) retrógados mas isto tendo em conta que da última vez que ouvi, fazem-se análises ao sangue antes de ser utilizado em pacientes. Logo, concluo duas coisas: ou os homosexuais são umas pêgas de primeira classe ou então os serviços de análises ao sangue não funcionam da maneira que deviam ou terei de recordar o episódio da Drª Leonor Beleza?

Se as coisas em Portugal funcionassem da maneira que deviam, as pessoas podiam sentir-se mais à vontade para ajudar.

Smoke in The Eyes


É nisto que os Contemporâneos baseiam a sua comédia: na casualidade do dia-a-dia.
Todas as coisas que nós pensamos, falamos entre amigos ou escrevemos em blogs, eles transpoem para a televisão em jeito de comédia irónica.
As conclusões que tiro é que isto tem piada. Muita.








In Big Letters

Tive pena de não ver o concerto dos Killers no Estádio do Restelo, especialmente por causa desta música. Esta e o "When You Were Young".
Mas algo me diz que eles estão de volta ainda este ano ou no ínicio do próximo.
E será em nome próprio.
Aí sim vai ser bom porque não se tem que gramar com outros pagodes.



17 de julho de 2009

Style Terminator.

O site Worth1000, criou uma série de imagens interessantes com um contexto cibernético de múltiplas estrelas mundiais com o nome de "Celebrity Cyborgs".
Através do morphing de imagens, chegou-se a isto. Para quem quiser ver mais, pode dar um pulo através do link worth1000





Pop Prime.

Os senhores chamam-se Two Door Cinema Club e são os os duques da Pop britânica.

Bem mais interessante que os The Wombats.

16 de julho de 2009

Yummi.

Bats Are Not Funny


Look At Me


Ponto a favor da teoria da Evolução, não?

Sweet Ride

Avalon

Quem já viu os filmes "28 Days Later" e "28 Weeks Later", sabe que o caos começa depois de uma epidemia que assola todo o mundo.

Se por acaso ouvir esta música na televisão durante uma emissão de emergência, sei que estamos todos fudidos. É uma questão de tempo.

Dame From Hell




Quer-me parecer que me vou rir à brava com este filme.

"Jennifer's Body"

15 de julho de 2009

Alive! - Fotos

Dave Matthews Band





Black Eyed Peas




Chris Cornell

Klaxons




A Silent Film


X-Wife



Placebo



Late of The Pier



The Gaslight Anthem





Air Traffic



Delphic





Mazgani




Silversun Pickups



Os Golpes

Alive! - Day 3

Depois de dois dias extremamente cansativos, chegar a este último dia do festival tornou-se numa árdua tarefa. Sem quase sentir as pernas e pés, o grande objectivo era, como é óbvio, ver Dave Matthews Band. Quase tudo o resto era acessório. Eu escrevi quase.

No espírito da tradição, vou logo para o palco secundário ver X-Wife, que segundo o Zé Pedro dos Xutos são a melhor banda portuguesa hoje em dia. Se é verdade ou não, tenho as minhas dúvidas mas o que sei é que dão um bom espectáculo com Dj Kitten à frente das hostes. Acho mais interessante ao vivo que em cd que ao fim de três músicas me parece algo repetitivo. Em palco a perspectiva é outra. Muito consistentes no som, conseguiram criar uma moldura humana que não interagiu o suficiente apesar dos pedidos do vocalista. Outra vez, um mau casting a nível de horários. Bem que podiam ter tocado um pouco mais tarde.

Logo a seguir, vieram os A Silent Film, nova banda coqueluche das rádios portuguesas devido ao single "You Will Leave a Mark". O que há para dizer? Se é giro? Sim... Se pagava para ir ver um concerto deles? Não. Fazem lembrar os Air Traffic, a nível de sonoridade, mas um pouco mais catchy, mais à Coldplay (o piano está muito na moda hoje em dia). Claro que o single conseguiu pôr toda a gente a cantar, mas a verdade é que foi mais um banda que provavelmente daqui a uns meses ninguém se vai lembrar de referir que tocaram no Alive.

No palco principal, tocava já Ayo, senhora do reaggae conhecida por ser namorada de Patrice e fazer lembrar a Lauryn Hill. Esta foi uma boa escolha para um palco principal porque no último dia já ninguém estava com estofo para andar aos pulos toda a tarde e deu para ver o concerto sentado enquanto se bebia umas imperiais.

De seguida, fui espreitar Los Campesinos!, banda da qual não sou muito fã... Pareceu-me engraçado para quem gosta, isto tendo em conta que a tenda estava a abarrotar, mas lá está a mim não me diz nada. Acho as vozes irritantes tal como no cd e a mistura de sons é demasiado confusa, também devido ao pouco cuidado que houve nesta palco com a qualidade de som. Já ouvi gente qu me disse que gostou muito e outras que não portanto deixo à vossa decisão.

É hora de começar a aproximar do palco principal e furar para ver os senhores da DMB. Claro que até lá tenho de gramar com Chris Cornell e Black Eyed Peas. Nem um nem o outro me estusiasmou o dedo do pé. Cornell toca músicas dos Audioslave, Soundgarden e Temple of The Dog (ok, aqui foi bom) como se fosse o dono das bandas mas a verdade é que cada uma delas era composta por diferentes pessoas que criavam uma imagem e não eram só as letras que chamavam a atenção do público. Por isso mesmo senti que o concerto foi mais uma jam session de uma banda de covers tirando as músicas merdosas do novo cd produzido pelo Timbaland. Já os Black Eyed Peas debitaram todos os singles que têm e algumas músicas dos novo cd que mais parece o novo de Madonna, música de dança com beats e samples que já ouvimos em bandas suecas dos anos 90. Tenho um certo ódio de estimação a estes tipos e à senhora porque tudo me parece demasiado fabricado, demasiado nha nha nha. O que vale é que vi dois pernões brutais enquanto tentava fazer com que o meu pescoço se mexe-se um pouco para não parecer mal.

Acabado o suplício, veio o que eu esperava já à três dias. Os senhores da Dave Matthews Band sabem dar um concerto, ou melhor, um concertão. Quase três horas a tocar não é para todos, boys and girls. Eles sabem o que tocar, como tocar e de que maneira. Acompanhados por Tim Reynolds (da outra vez ele não foi ao Pavilhão Atlântico), Carter Beauford e Dave Matthes dão um show brutal, um na bateria e outro a cantar e a dançar como se tivesse um estilo fixe de epilepsia. Tocaram as músicas mais conhecidas e indispensáveis como "#41", "Crash into me", "Tripping Billies" mas também algumas das melhores do novo cd "Big Whiskey and The Groogrux King", não esquecendo a cover de Jimi Hendrix de "All Along the Watchtower", um som filha da mãe. Estes sim são músicas que tocam os instrumentos com uma precisão brilhante e que apesar da mistura de estilos conseguem criar uma legião de fãs bem mais efusiva que dos Metallica. No fim, estive quase para apanhar uma bagueta atirada por Beauford mas um gordo/urso apanhou-a primeiro... Fucker.

12 de julho de 2009

Alive! - Day 2

Este foi o dia mais cansativo do festival. Era fazer piscinas de um lado para o outro de modo a conseguir ver tudo o queria, o que implicava estar lá cedo porque não se podia faltar a The Gaslight Anthem. Este foi logo o primero concerto do palco SB. Talvez a escolha devesse ter sido outra porque estes gajos bem que mereciam ter tido mais gente a ver apesar de ter estado composto. Com uma voz semelhante a Brandon Flower dos Killers, um estilo punk old school e letras dignas de Springsteen, deram um concerto digno de palco principal, especialmente pela capacidade sonora que estes senhores trazem na bagagem. Conseguem ir buscar o punk rock de volta às origens mas sem grandes elaborações, comum som sujo mas aguerrido. Numa palavra: imperdível.

Depois, ainda deu para apanhar um pouco dos Pontos Negros ( que descobri que têm o nome por oposição aos Riscas Brancas = White Stripes ). Estava curioso para ver como é que os pequenos se portavam num palco tão grande, tendo em conta que ainda estão verdinhos nas andanças de palcos principais de um festival de renome. Pelo que consegui ouvir, estavam em alta, concentrados e oleados, tendo conseguido atrair muita gente tão cedo para o palco principal. Cómico como uma banda de 4 elementos estava tão próxima uns dos outros num palco gigante. Era apenas uns amplificadores e eles. Sem rodeios, apenas boa música.

Por volta das 19:15h, fui convencido a ir ver Late Of The Pier. Confesso que não estava nada entusiasmado, já que o som não me convence. Em cd parece uma amálgama de coisas que nem fazem muito nexo. Passados 10min do ínicio do concerto, posso dizer que estava completamente enganado. Concerto filho de p*ta. Como é que 4 putos que mal me chegam ao ombro conseguem dar um dos melhores concerto do dia, e arrisco-me a dizer, do festival? Entre sons misturados por sintetizadores, uma bateria, umas guitarras, levaram toda a tenda ao rubro, numa altura em que se antevia um dia cheio de dança. Para uma banda relativamente pouco conhecida em Portugal e com apenas um cd no bolso, foram eles que começaram o dia dedicado ao indie electro rock, e porra, começaram com o pé direito! Acho que à muito tempo que não era surpreendido assim.

Depois da desbunda, a dúvida era ficar a ver Hadouken ou ir dar um pulo a The Kooks. Optou-se pela segunda alternativa. Não estava com muita atenção, é verdade, mas o que ouvi, gostei. A voz irrita-me um pouco devido aos desafinanços do costume... Mas mesmo assim, posso dizer que eles tocam muito bem, com aquele ar de rockeiros britânicos e som esfarrapado ao estilo dos Razorlights.

Agora é que estávamos a chegar à hora crítica de corrida de um lado para o outro.

Deu para pular um pouco com Blasted Mechanism enquanto fazia tempo para ir Does It Offend You, Yeah?, a banda que mais queria ver em todos os artistas do palco SB. Para quem não os conhece, aconselho vivamente a descobrir estes 4 senhores e a linda senhora que toca baixo (no pun intended) que vivem no meio do especto musical dos Daft Punk, Prodigy e qualquer coisa de rock da pesada. Eu que pensava que Portugal não era tão dedicado a este estilo de som, deu por mim outra vez enganado. Tenda praticamente cheia, a abarrotar. E acima de tudo, não desiludiu. Um concerto brutal, sempre a abrir, como se fosse um warm up para Prodigy (não é de estranhar que o vocalista tenha sido o co-produtor do novo álbum dos senhores). Deu para pular, abanar a cabeça como se estivessemos no Lux às 5h da matina e pusessem a tocar o Kids dos MGMT mas versão rockeira. Eles têm o estilo e o som. Dou-lhes mais um àlbum e toda a gente vai falar deles, aqui especialmente. Só tenho pena que não tenhamos mais abertura para trazer cá estas bandas, a não ser em festivais. Talvez ainda os apanhe no Lux um dia.
Fica para a história o pseudo crowd surfing que o guitarrista quis fazer mas não lhe correu tão bem como esperava e deu por si a marrar contra o gradeamento. Priceless ending.

O palco secundário, agora só no dia seguinte, apesar de ter tido pena de não ter visto Ting Tings mas nessa altura estava a curtir Vodoo ahaha. Mas já lá vamos.

Primeiro, tivemos a oportunidade de ver Placebo, agora com um novo baterista, uma violinista e mais um guitarrista. Brian Molko e companhia deram um concerto muito bom, que acredito que tenha servido como compensação pela merda que foi a actuação no Creamfields. Com um estilo muito clean, lá foram buscar à cartola as músicas representativas do que são os Placebo. Soulmates Never Die, Special K, Meds, Bitter End, são todas músicas que já ouvimos várias vezes mas não me importo de ouvir novamente de vez em quando, especialmente quando estã outra vez com a pica toda depois do desalento que foi perder o baterista fundador da banda. Os Placebo estão de volta e como sempre, têm uma legião de fãs que nunca ficam desiludidos.

And last but not least, Prodigy. O grande concerto da noite. Valeu ou não a pena? Raios me partam se tivesse que dizer que não. Foi um concerto tremendo! Com a carreira perdida à uns anos atrás, voltaram à ribalta com o novo cd "Invaders Must Die" e mostraram que ainda estão por cá a dar cartas no mundo electrónico. No meio de tanta gente, é íncrivel como ainda se põe tanta gente aos pulos ao som de músicas que têm pelo menos dez anos como "Breath". Mistura-se isso com um cocktail de novos sons como "Omen", e o resultado final é milhares de pessoas aos pulos como se tivessem hipnotizadas. Este foi o melhor concerto do palco principal, deste e do dia anterior. Esqueçam Metallica. Se queriam um concerto agressivo e intenso, então era aqui que deviam ter estado porque isto foi de arromba.

10 de julho de 2009

Alive! - Day 1

Bem, ontem foi o primeiro dia de Alive, debaixo de calor abrasador durante o dia e de um frio manhoso já à noite.

Como já tinha referido, o dia de ontem não me atraía para o palco principal, dexando espaço para ir vasculhar as bandas do palco Super Bock, com especial destaque para Klaxons, que claro, era a banda que queria mesmo ver depois de ter assistido ao concerto deles para os lados de Sacavém no Super Bock Super Rock.

Apesar dos nomes fortes do palco principal, que para mim se cingiam a Mastodon, Slipknot e Metallica, só assisti a meio concerto dos senhores de Iowa, que como sempre conseguem criar uma empatia especial com o público e levar a malta aos píncaros com a voz de Corey Taylor a dar o mote enquanto Joey Jordison "brinca" com a bateria. Independentemente de quem gosta ou não, Slipknot é sempre um bom concerto e cenicamente, estão bastante melhores com mais interactividade e criatividade. Quanto a Metallica, vi 4/5 músicas. Sei que vai parecer pouco modesto, mas não me trouxeram nada de novo... Já os vi todas as vezes que vieram a Portugal, tirando no Rock in Rio, portanto não ouvi nada que não conhecesse, até mesmo as frases chave de Hetfield ( "Are you alive?" ). Não digo que não seja um bom concerto, mas lá está, prefiro ver coisas novas e que não vêm a Portugal tantas vezes como isso.

Assim sendo, desloquei-me imediatamente para o palco mais escondido, mesmo nos recantos do Alive, onde tocavam já Os Golpes, irmãos mais novos dos Heróis do Mar e primos dos Xutos e Pontapés com parentesco estrangeiro dos Editors. Ainda não conheço muito bem tal como muita gente que andava por ali a descobrir quem são estes senhores ligados aos elementos da editora Flor/Caveira, dos Pontos Negros, Samul Úria e afins. Foi um concerto alegre, metodicamente perfeito para a hora que era (17h), mas muito bem conseguido. Eles bem disseram que tinha 40min portanto era para aproveitar ao máximo, e assim fizeram. Foi um bom arranque para o palco SB, com voz e sentimento português.

Depois, fui para o terceiro palco, mais pequeno, pessimamente colocado entre os outros dois o que quer dizer que leva com som dos dois lados e torna-se complicado distinguir o que é o quê.
Estava entusiasmado para ver Mazgani, o cantautor iraniano a viver em Portugal e que o ano passado lançou o álbum " Sons for The New Heart ", um dos melhores diga-se. Acompanhado por uma trupe que incluia percurssão, violoncelo e os dedos preciosos de Pedro Gonçalves (metade dos Dead Combo), o rapaz bem se esforçou por dar um concerto atractivo, misturando os blues e pop rock, presentes no seu recente trabalho. O problema é que não só era difícil conseguir agarrar o público com tanto som no meio, como tocar blues às 18:30h num dia de Metallica não é propriamente fácil de encaixar. Claro que rapidamente a malta se fartou e foram ver o que pairava noutros sítios. Talvez tivesse sido mais inteligente tocar músicas do outro álbum com bateria para ver se dava mais ânimo à coisa.

Voltando ao palco SB, estava já a tocar os Delphic, depois dos Silversun Pickups, que não me conseguiram agarrar nem por 5 min. Não dá para mim todo aquele rock ligeiramente gótico com uma voz esganiçada. Maybe in another life.

Os Delphic deram um concerto engraçado, com a sua sonoridade eletrónica misturada com guitarras pop. Talvez um pouco ao estilo de Klaxons, mas estavam a ser capazes de agarrar o público o que é de valor, tendo em conta que eram praticamentes desconhecidos da malta e que só recentemente editaram o seu primeiro trabalho. Tudo muito com um ar clean mas catchy. Daqui a um ano, estão mais na berra e aí conseguem atrair mais gente.

Depois vieram os Air Traffic, os meninos que fazem a banda sonora do anúncio da SuperBock, com a música "No More Running Away". Com uma sonoridade claramente pop rock, a roçar uns Coldplay ou uns Keanne, eram a banda mais comercial deste dia, portanto foi normal ver tanta gente a assistir. É de destacar o poder do baixo que mais fazia lembrar uma arma de destruição maciça, completamente distorcido. Claro que o ponto alto foi mesmo "No More Running Away" com toda a gente a cantar ao ritmo da percurssão. Valeu a pena para acalmar para os senhores que viriam a seguir, os Tv On The Radio.

Esta seria a maior enchente do dia no palco SB, com a tenda praticamente compacta. Não estive a ver com muita atenção porque já os tinha visto no Superbock SuperRock e então ia apanhando algumas coisas enquanto comia algo lá ao pé. Pelo que ouvi, o concerto foi melhor que no SBSR, já que a banda está mais extrovertida e mais interactiva. Associando isso ao facto de que as músicas deles são feitas para serem tocados ao vivo, bem vi toda a gente aos pulos e alguns a daram pézinhos de dança.

Enquanto não tocavam os Klaxons, aproveitei para ir ao palco principal ver Slipknot. Como já referi em cima, mesmo para quem não gosta eles dão um concertão. São uma das bandas mais apreciadas em Portugal dentro do estilo e não desiludirem. Sempre a abrir, com muita interacção e fucks pelo meio, Corey Taylor consegue puxar pelo público como poucos e ser retribuído na mesma moeda. Para mim levam o prémio de melhor concerto no palco principal.

A meio do set deles, estava na hora de zarpar para ir ver Klaxons. Apesar de ainda não terem lançado um novo álbum, continuam a conseguir levar muita gente a vê-los com o seu som eletrónico-rock e letras indecifráveis. Primos distantes dos MGMT, todas as músicas são tocadas com uma perfeição tremenda começando logo a abrir com "Atlantis to Interzone" que pôs toda a gente a dançar como se estivessemos na tenda Lux-às-3h-da-matina. Tocaram todos os grandes hits de "Myths of a Near Future" como Magick ou Golden Skans com o seu uuuuuhhhh uuuuhh uuh uuh. Foi curioso ver como praticamente todas as outras bandas estavam ao lado do palco a curtirem que nem malucos como se eles fossem a melhor banda do mundo. Valeu bastante a pena, é o que vos tenho a dizer. Só tenho pena que na altura em que o set ia a meio já se previa a chegada dos Metallica ao palco principal o que levou a uma debandanda de grande parte do público como seria de esperar. Mesmo assim, foi um concerto ao rubro.

Como vi pouco de Metallica, não vou repetir o que disse em cima.

E com muita pena minha, não vi Crystal Castles mas já me disseram que foi do camandro e que terá sido o melhor concerto do dia no palco SB. Quem entra às 6h da matina, não se pode dar ao luxo de se deitar tarde...

Bem, a receita para hoje é mais música.