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3 de dezembro de 2008

Aids Not Stupid




Estive ontem a ver um documentário sobre a origem da Sida e a evolução ao longo dos anos. Um documentário bem interessante e bem montado com explicações de como a doença surgiu, como se propagou, o impacto que teve na sociedade global e no esforço que tem sido feito apra combater a doença. Não sei se fui o único que viu este documentário porque passou a horas completamente estúpidas já que começou às 2h da manhã na RTP 1, depois de um filme.

Se é esta a maneira que a RTP 1 usa para dar destaque ao Dia Mundial Contra a Sida, então sim senhora. Trabalho bem feito. Claro que tinha sido muito melhor se tivesse passado a horas decentes para que as pessoas que trabalham pudessem ver e até explicar aos mais novos as noções básicas desta doença. Só que para isso, era necessário que os conservadores não reclamassem contra o facto deste documentário " passar imagens que não são aconselhadas a pessoas sensíveis e aos mais novos ". Porquê? Porque se fala de droga, homosexualidade e de uma doença que mata. Não era esse o objectivo?

25 de novembro de 2008

Reasons of the Damned.

Agora percebo porque é que estamos em crise.

18 de novembro de 2008

Together in Eletric Dreams



A pedido de muitas famílias, aqui está a tão desejada versão.

17 de novembro de 2008

Surprise

Quando tiver o meu país, o Miguel Sousa Tavares vai ser o meu braço direito.
Pessoas revolucionárias que toda a gente critica mas quando falam, baixam as orelhas.

In Bruges





Ray: What are they doing over there? They're filming something. They're filming midgets!

Ken: Ray... Ray, come on. Let's go.

Ray: Fuck off, Ken. They're filming midgets.

14 de novembro de 2008

Not Only Blind, but Dumb.

Estava eu ontem a ver as notícias relativas às manifestações dos estudantes do secundário contra as políticas do Governo para a educação e dou comigo a pensar que voltámos aos velhos tempos em que os estudantes se uniam para defender uma causa digna como a sua educação. Não era apenas em cidades específicas mas em todo o país e não eram apenas 100 marmelos mas 10 mil.
Voltámos à ribalta, pensei eu.
E de repente, mudo de opinião. Não porque sou esquizofrénico (... ) mas porque na reportagem da Sic mostraram como é que os estudantes se organizarem para as manifs. Ora, como é que foi?
Por mensagem de telemóvel que vou tentar reproduzir, sendo que não me recordo inteiramente do texto. Era algo como isto:

" Olá amigox! Exta é a altura de moxtrarmox que xtamos contra o xistema! Hoje vamox reunir-nox tdx à frente da xcola e xperar pela minixtra da educaxao para ela ver como xomox contra as politicax faxistx do Governo. Ás 15:30h! Todx juntox vamox conxeguir! "

Depois de ter visto isto, pensei: " Epá a Ministra até que tem razão em obrigá-los a ir às aulas ". Se estas bestas comunicam assim, então devem ser mais que obrigados a ir para a escola. Primeiro para aprenderem a falar e a escrever correctamente o Português e segundo, para perceberem que se querem ganhar a guerra, não devem dar azo a perder batalhas.
Por muito que gritem e atirem ovos, nada muda o facto de que os estudantes portugueses não sabem escrever português, portanto meus meninos e minhas meninas, vamos lá voltar a sentar o rabinho na sala de aula, crescer um pouco de mentalidade e depois sim, fazer umas manifestações dignas de nome ok?

Jinhox para todox!

Shoot The Bastard Please

Ainda no tema da música, queria pedir aos leitores um favor.

Não querendo abusar, podem atropelar o André Sardet?

Já não consigo conduzir e apanhar com a nova música dele que tem versos como " Gosto de ti desde aqui até à Lua Gosto de ti desde a Lua até aqui Gosto de ti simplesmente porque gosto E é tão bom viver assim" e sentir a azia do vómito na boca.

Never Mind The Bollocks

Jorge Palma vai dar um " concerto único ", hoje, no Campo Pequeno. A minha dúvida reside no facto de ele considerar " único " porque vai conseguir ir para o palco sóbrio ou se irá continuar a sua cruzada de se tornar na Amy portuguesa. ( mas verdade seja dita, com melhor aspecto .)

13 de novembro de 2008

Uptown Girl

Monica Bellucci na GQ Espanhola

5 de novembro de 2008

Yes, We Really Can.


O Senador Barack Hussein Obama II, do Estado de Illinois, tornou-se ontem no 44ª Presidente dos Estados Unidos da América, naquela que se tornou a grande eleição democrática dos nossos tempos.

Pela primeira vez, na história dos EUA, um afro americano alcança o cargo de maior relevância do país, depois de 8 anos falhados de uma governação republicana que provocou o caos no mundo.

Espera-se muito de Obama agora.

Espera-se que consiga endireitar a economia do país e consequentemente do mundo, que crie um serviço nacional de saúde, livre e justo, e que retire as tropas do Iraque. Espera-se mundos e fundos deste homem. E porquê?

Simplesmente porque ele tornou-se num farol de esperança e confiança, algo que não se via desde há muito. Depois de décadas de segregação racial, de abolição da escravatura em 1865, um afro americano consegue demonstrar que com vontade, ideias e confiança, o verdadeiro sonho americano está ali ao lado.

Mais do que uma vontade de eleger um outro partido para o poder, a escolha dos americanos demonstra que o que procuravam era uma direcção, um caminho a seguir no qual acreditassem piamente, liderados por alguém que fosse de confiança e que acima de tudo, os inspirasse tal como fez Franklin Roosevelt depois do ataque a Pearl Harbor.

Ao longo da minha vida tenho visto e por curiosidade, conhecido mais sobre ícones mundiais que já morreram ou que ainda continuam vivos: Nelson Mandela, Che Guevara, Rosa Parks, Gorbachev, Winston Churchill, JFK entre outros.

O que mais me impressionou nestas eleições é que vi nascer um ícone. No meu tempo, na minha geração. Obama tornou-se um símbolo como muitos outros antes dele, mas desta vez não tive que ir à internet para saber mais sobre ele. Vi-o tornar-se num símbolo. Para o bem ou para o mal, nos últimos 21 meses nasceu um ícone mundial que conseguiu captivar uma nação que já por si é extremamente dividada, social, cultural e economicamente.

A verdade é que as palavras de Martin Luther King chegam a uma conclusão, 40 anos depois:

" We've got some difficult days ahead. But it doesn't matter with me now. Because I've been to the mountaintop. And I don't mind. Like anybody, I would like to live a long life. Longevity has its place. But I'm not concerned about that now. I just want to do God's will. And He's allowed me to go up to the mountain. And I've looked over. And I've seen the promised land. I may not get there with you. But I want you to know tonight, that we, as a people will get to the promised land. And I'm happy, tonight. I'm not worried about anything. I'm not fearing any man. Mine eyes have seen the glory of the coming of the Lord. "

O sonho de um homem é a verdade de outro.

Yes, We Can.







3 de novembro de 2008

E amanhã o mundo muda novamente.Obama ou Mccain?

Karate Kid 5

Depois de ver a entrada do Andrezinho sobre Suazo, ainda mudei de canal para ter a certeza que não estava a ver wrestling na Sic Radical.

De qualquer modo, ganhámos ponto, e vírgula ( obra d'El Mago )

31 de outubro de 2008

M80

Ando com uma vontade de fazer algo, não sei bem o quê, mas esta ideia parece-me bem:

To Do List:

1 - Arrive

2 - Drink Beer

3 - Raise Hell

4 - Drink More Beer

5 - Leave

30 de outubro de 2008

Pillow Fight - ImprovLisboa.blogspot.com

Está agendada para Sábado, dia 1 de Novembro às 17:00, na Alameda Afonso Henriques em Lisboa, uma batalha de almofadas que espelha as que se fazem em outras partes do mundo.

O campo de batalha será o relvado à frente da Fonte Luminosa.
Toda a gente pode aparecer e participar desde que cumpra um conjunto de regras:

1- Fala do Pillow Fight Club

2- Fala mesmo a toda a gente do Pillow Fight Club

3- Traz a almofada dentro de um saco grande, ou de lixo.

4- A batalha começa às 17 em ponto, NÃO antes. Deves chegar um pouco antes, e vaguear pelo resto da Alameda. Só às 17:00 corres para o ponto designado e tiras a almofada do saco.

5- Se uma pessoa protestar, ou não tiver almofada, não podes lutar com ela.

6- É proibido lutar com outros objectos que não almofadas, introduzir coisas pesadas dentro das almofadas, ou usar violência.

7- São proibidas manifestações políticas ou ideológicas.

8- A batalha continua até acabar

.9- Quando acalmar, vê se há alguma almofada que não tenha sobrevivido. Faz-lhe um funeral no mar com honras de estado, ou pega nela e mete no lixo.

10- Se houver comunicação social presente, a resposta oficial a qualquer pergunta é "Vim agora do IKEA, fui lá comprar almofadas. Saí aqui na Alameda e de repente apanharam-me no meio disto."(Podem substituir por Moviflor, Habitat, Casa das Sandes, o que quiserem. O importante é fingirem-se de despercebidos e não irem no jogo dos jornalistas.)

O ponto para onde deves ir quando forem 17:00 é a parte da frente do relvado, mesmo em frente à fonte. A batalha decorre apenas em cima do relvado.Se trouxeres uma câmara e capturares imagens ou vídeo da batalha a decorrer, envia os links para este blog.
Traz uma t-shirt de uma cor primária (amarelo, vermelho, azul, verde).
Se tiveres uma almofada extra, podes trazer; alguém de certeza se vai esquecer.
Espalha o endereço deste blog aos teus contactos.
Queremos ter um conjunto de pessoas grande e, mais importante, diverso.
Manda isto ao teu avô, ao teu professor, ao teu patrão, e ao teu presidente da Junta, não só aos teus amigos.

Esperamos que seja uma experiência divertida. Até lá!

28 de outubro de 2008

This Crazy Wind

Hoje é um dia estranho já que dou por mim a pensar que gostava de pesar 100 kg.