Não sei o que escrever.
Sinceramente nem tou com muita vontade. Vim aqui parar porque andei a ver os blogs dos meus amigos e calhei em carregar no meu sem notar.
Hoje um amigo meu disse-me que havia um vírus no ar e que se espalha como fogo junto de gasolina. É das frases que mais sentido faz neste exacto momento. Farto-me de dizer que quando chega a altura de férias de verão a maior parte das pessoas muda a sua maneira de pensar e agir. Se é para pior ou melhor isso não sei, depende de cada um. A questão é que a maior parte das vezes esquecemo-nos "de limpar os nossos quintais", ou seja, nós também mudamos.
Eu mudei. Estupidamente mas sim. Admito-o. Deixei-me empolgar por sentimentos que estavam adormecidos e confiantemente acreditei que era capaz de ser Deus na Terra. Que com um pouco de trabalho a coisa ia ao sítio. Só que me esqueci de uma coisa muito importante, a paciência.
Quis ter tudo de uma única vez sem perder tempo e sem pensar. Não quero dizer que no final ia ter o que queria. Provavelmente não, mas apesar de tudo fazia-me mais sentido ter gerido as coisas de uma outra maneira que não esta. Se com erros fatais tive esse paciência, então porque não consegui ter agora? Agora eu sei que não era um erro!
Será porque sinto falta de ter alguém? Alguém que eu sinta que é o meu ombro direito e esquerdo?Será que tenho saudades de me dedicar a alguém para ver o que tenho em troca? Ou será ainda porque, podia ser tudo isto associado ao facto de ser a única pessoa de quem sempre tive um feeling natural de que era a pessoa perfeita para um trambolho como eu? Eu admito, não sou um gajo perfeito. Nunca fui e nunca serei. Sou apelidado de playboy porque tive muitas namoradas e amigas coloridas. Epa assumo tudo isso. Faz parte do meu passado e se calhar até fará do futuro.
Só que sinto que esse caminho que fiz até ao dia, hora, minuto de hoje me mantem preso. Sou prisioneiro de uma yellow brick road que fui construindo ao longo deste tempo e que agora não consigo sair dela. Por mais que faça, volto sempre para esta estrada que vai dar à falésia. Como é que saio daqui? É uma bela questão. Só tenho pena de não ter a merda da resposta.
Apesar de tudo, de me sentir mais em baixo, mantenho alguma confiança. Confiança de que se não tenho o poder de mudar isto e de sair da cova que fiz, alguém me há de tirar. O destino vai encarregar-se. Não acredito que fiz tanta merda na minha vida para ficar neste buraco eternamente. Sei que o karma é lixado. Mas foda-se, quem se lixou mais fui eu. Os erros que cometi já os paguei. Alguns com juros até.
Portanto a única coisa que posso fazer é esperar. Vou mantendo a minha confiança em níveis aceitáveis porque ainda não me sinto preparado para pôr de parte certos sentimentos. Ainda acredito que...sei la... que sim ou que sopas. O Martin Luther King disse "I have a dream" e tornou-o realidade para milhares de pessoas. Eu só preciso de uma.
17 de julho de 2007
16 de julho de 2007
Junto-me a vós, meus amigos
Para o Trio do Barça, Roma e Liverpool:
when you're dreaming with a broken heart
the waking up is the hardest part
you roll outta bed and down on your knees
and for the moment you can hardly breathe
wondering was she really here?
is she standing in my room?
no she's not, 'cause she's gone, gone, gone, gone, gone....
when you're dreaming with a broken heart
the giving up is the hardest part
she takes you in with your crying eyes
then all at once you have to say goodbye
wondering could you stay my love?
will you wake up by my side?
no she can't, 'cause she's gone, gone, gone, gone,
gone....
oooooooooohhhhhhhhh
now do i have to fall asleep with roses in my hand?
do i have to fall asleep with roses in my hand?
do i have to fall asleep with roses in my hand?
do i have to fall asleep with roses in my hand?
baby won't you get them if i did?
no you won't, 'cause you're gone, gone, gone, gone, gone....
when you're dreaming with a broken heart
the waking up is the hardest part.
when you're dreaming with a broken heart
the waking up is the hardest part
you roll outta bed and down on your knees
and for the moment you can hardly breathe
wondering was she really here?
is she standing in my room?
no she's not, 'cause she's gone, gone, gone, gone, gone....
when you're dreaming with a broken heart
the giving up is the hardest part
she takes you in with your crying eyes
then all at once you have to say goodbye
wondering could you stay my love?
will you wake up by my side?
no she can't, 'cause she's gone, gone, gone, gone,
gone....
oooooooooohhhhhhhhh
now do i have to fall asleep with roses in my hand?
do i have to fall asleep with roses in my hand?
do i have to fall asleep with roses in my hand?
do i have to fall asleep with roses in my hand?
baby won't you get them if i did?
no you won't, 'cause you're gone, gone, gone, gone, gone....
when you're dreaming with a broken heart
the waking up is the hardest part.
14 de julho de 2007
Relações
Este tema tem surgido em bastantes conversas.
Como é óbvio, não há opiniões certas ou erradas, ou concenso no modo como a relação deve ser levada pelas pessoas.
É tudo muito subjectivo. Depende das situações, dos feitios, da maneira de ser, do dia em questão, do nosso há-vontade com a pessoa. Basicamente são uma série infindável de possibilidades e variáveis que afectam uma relação. A maior parte das vezes não temos controle sobre elas. Podemos tentar perceber e averiguar se existe maneira de contornar a barreira, mas no final, há sempre uma coisa que não podemos ter a certeza: Não depende tudo de nós. Há sempre um outro alguém que também tem voto na matéria.
Talvez seja aí que reside o maior problema e o maior prazer de uma relação. Estarmos dependentes de alguém emocionalmente e ao mesmo tempo não sabermos o que o dia seguinte nos espera.
Não me venham dizer que quando amamos alguém sabemos bla bla bla, é tudo treta! Não podemos levar TUDO como garantido. E não é so da parte da outra pessoa! Quem é que nos diz que amanhã conhecemos alguém novo e ficamos apaixonados? Pode acontecer.
A verdade é crua e dolorosa.
Uma relação é uma faca de dois gumes.
Termos alguém ao nosso lado que nos dá carinho, amor, compreensão, ciumes, divertimento, zangas.
E termos uma dependência de algo que um dia pode acabar. Assim. Do nada.
Com isto tudo, eu não digo que não devemos estar numa relação. Nada disso.
Apenas vejo que nem tudo está na nossa mão.
Só temos Amor para dar.
O resto está fora do nosso alcance.
O que temos de fazer é tornar esse Amor uma variável certa. Que estará sempre lá, venha o que vier.
Se mesmo assim não funcionar, então era porque não tinha de funcionar.
A vida é assim mesmo.
Dá muitas voltas em pequenos espaços de tempo.
São relações.
São relações que todos procuramos.
Como é óbvio, não há opiniões certas ou erradas, ou concenso no modo como a relação deve ser levada pelas pessoas.
É tudo muito subjectivo. Depende das situações, dos feitios, da maneira de ser, do dia em questão, do nosso há-vontade com a pessoa. Basicamente são uma série infindável de possibilidades e variáveis que afectam uma relação. A maior parte das vezes não temos controle sobre elas. Podemos tentar perceber e averiguar se existe maneira de contornar a barreira, mas no final, há sempre uma coisa que não podemos ter a certeza: Não depende tudo de nós. Há sempre um outro alguém que também tem voto na matéria.
Talvez seja aí que reside o maior problema e o maior prazer de uma relação. Estarmos dependentes de alguém emocionalmente e ao mesmo tempo não sabermos o que o dia seguinte nos espera.
Não me venham dizer que quando amamos alguém sabemos bla bla bla, é tudo treta! Não podemos levar TUDO como garantido. E não é so da parte da outra pessoa! Quem é que nos diz que amanhã conhecemos alguém novo e ficamos apaixonados? Pode acontecer.
A verdade é crua e dolorosa.
Uma relação é uma faca de dois gumes.
Termos alguém ao nosso lado que nos dá carinho, amor, compreensão, ciumes, divertimento, zangas.
E termos uma dependência de algo que um dia pode acabar. Assim. Do nada.
Com isto tudo, eu não digo que não devemos estar numa relação. Nada disso.
Apenas vejo que nem tudo está na nossa mão.
Só temos Amor para dar.
O resto está fora do nosso alcance.
O que temos de fazer é tornar esse Amor uma variável certa. Que estará sempre lá, venha o que vier.
Se mesmo assim não funcionar, então era porque não tinha de funcionar.
A vida é assim mesmo.
Dá muitas voltas em pequenos espaços de tempo.
São relações.
São relações que todos procuramos.
2 de julho de 2007
Vagueando
Vagueio sem destino,
Fujo pelas esquinas, das caras nuas
Não tenho direcção,
Vou andando por aí, pelas ruas vazias.
Encontra-me aqui hoje
Chama o meu noite ao vento
Não me vais ver chegar
No calor do momento.
Continuo a caminhar
Sem sorte ou azar, serei audaz?
Explica-me o destino
Sei que sou esperto, que serei capaz.
Quero quebrar a maldição,
Voltar a sonhar, voltar ao meu jazz.
Encontra-me aqui hoje
Chama o meu noite ao vento
Não me vais ver chegar
No calor do momento.
Sou um santo dos céus
Tenho as asas quebradas
Diz que me levas para casa
Que me escondes da cidade.
Não quero ficar aqui assim,
Num corpo queimado
Com alma de apaixonado.
Fujo pelas esquinas, das caras nuas
Não tenho direcção,
Vou andando por aí, pelas ruas vazias.
Encontra-me aqui hoje
Chama o meu noite ao vento
Não me vais ver chegar
No calor do momento.
Continuo a caminhar
Sem sorte ou azar, serei audaz?
Explica-me o destino
Sei que sou esperto, que serei capaz.
Quero quebrar a maldição,
Voltar a sonhar, voltar ao meu jazz.
Encontra-me aqui hoje
Chama o meu noite ao vento
Não me vais ver chegar
No calor do momento.
Sou um santo dos céus
Tenho as asas quebradas
Diz que me levas para casa
Que me escondes da cidade.
Não quero ficar aqui assim,
Num corpo queimado
Com alma de apaixonado.
Observação
Hoje fui cortar o cabelo.
Já vou ao mesmo sítio a algum tempo, à volta de 6 meses.
A pessoa que me corta o cabelo é gay ( como a maior parte dos cabeleireiros, é verdade. ) Não tenho nenhum preconceito com isso, antes que comecem a barafustar e a dizer que sou racista e etc.
O que quero dizer pode até levar mentes mais estúpidas a achar que estou a virar o barco para outro lado, mas acreditem, pipi será para sempre.
Antes de cortar o cabelo, temos uma pré lavagem e uma massagem a dobrar. Primeiro, é daquelas cadeiras que fazem massagens nas costas ( um bem haja a quem inventou estas pérolas que fazem tão bem ). Segundo, ele faz uma massagem no couro cabeludo.
Meus senhores e minhas senhoras:
É do camandro.
Um gajo sai de lá completamente relaxado, com um sentimento de sossego fenomenal. Digam o que disserem, não me incomoda nada dizer que um gay já me fez uma massagem. Para aqueles que se acham machões, eu desafio a irem lá um dia e experimentarem.
Já vou ao mesmo sítio a algum tempo, à volta de 6 meses.
A pessoa que me corta o cabelo é gay ( como a maior parte dos cabeleireiros, é verdade. ) Não tenho nenhum preconceito com isso, antes que comecem a barafustar e a dizer que sou racista e etc.
O que quero dizer pode até levar mentes mais estúpidas a achar que estou a virar o barco para outro lado, mas acreditem, pipi será para sempre.
Antes de cortar o cabelo, temos uma pré lavagem e uma massagem a dobrar. Primeiro, é daquelas cadeiras que fazem massagens nas costas ( um bem haja a quem inventou estas pérolas que fazem tão bem ). Segundo, ele faz uma massagem no couro cabeludo.
Meus senhores e minhas senhoras:
É do camandro.
Um gajo sai de lá completamente relaxado, com um sentimento de sossego fenomenal. Digam o que disserem, não me incomoda nada dizer que um gay já me fez uma massagem. Para aqueles que se acham machões, eu desafio a irem lá um dia e experimentarem.
Ao meu melhor amigo e a uma das minhas melhores amigas
Procurem um novo caminho.
When you try your best, but you don't succeed
When you get what you want, but not what you need
When you feel so tired, but you can't sleep
Stuck in reverse
And the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone but it goes to waste
Could it be worse?
Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you
When high up above or down below
When you're too in love to let it go
But if you never try you'll never know
Just what you're worth
Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you
Tears stream down your face
When you lose something you cannot replace
Tears stream down your face
And I...
Tears stream down your face
I promise you I will learn from my mistakes
Tears stream down your face
And I...
Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you
When you try your best, but you don't succeed
When you get what you want, but not what you need
When you feel so tired, but you can't sleep
Stuck in reverse
And the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone but it goes to waste
Could it be worse?
Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you
When high up above or down below
When you're too in love to let it go
But if you never try you'll never know
Just what you're worth
Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you
Tears stream down your face
When you lose something you cannot replace
Tears stream down your face
And I...
Tears stream down your face
I promise you I will learn from my mistakes
Tears stream down your face
And I...
Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you
30 de junho de 2007
Bloco de Notas
Procura-se rapariga dinâmica e flexível para fazer o Amor comigo, Amor protegido pela Durex Pleasure Max, enquanto se ouve Joey Satriani.
Deixe o telefone ou email nos comentários que eu entrarei em contacto para estabelecer os preliminares.
Deixe o telefone ou email nos comentários que eu entrarei em contacto para estabelecer os preliminares.
26 de junho de 2007
A Morte
"What is life, except excuse for death, or death but an escape from life."
Tenho um prazer escuro com a Morte.
É o fenómeno que ninguém consegue explicar e que ninguém quer alcançar.
Todos nós vamos morrer um dia.
É inevitável.
É certo.
É o futuro.
Para mim, para ti, para qualquer um, pode ser o presente.
Não temos hora marcada nem local exacto.
A estranha curiosidade da Morte reside aí.
Esperamos morrer um dia de velhinhos, na nossa cama em paz. Nem sempre é assim.
Morrer é um acto de Vida.
Se nós nascemos um dia, porque não podemos nascer outra vez?
Tal como no ínicio da Vida, a Morte é o ínicio de algo.
Talvez seja o ínicio de algo novo.
Talvez seja o Fim Supremo.
Talvez seja o que nós desejamos nos últimos instantes em que damos o nosso ultimo suspiro.
A Morte não me assusta. Vai ser o quero naquele momento.
Dor, Paz, Solidão, Confraternização, Saudade.
Será bem vinda quando vier.
É o medo que nos assusta. O medo de não saber o que vem a seguir.
Despojem-se do medo e "Morte" não passa de uma palavra.
"The fear of death is the most unjustified of all fears, for there's no risk of accident for someone who's dead. "
23 de junho de 2007
21 de junho de 2007
My chemical...something but not romance
at the end of the world
or the last thing i see
you are never coming home, never coming home
could i? should i?
If i'm so wrong
(so wrong, so wrong)
how can you listen all night long?
(night long, night long)
or the last thing i see
you are never coming home, never coming home
could i? should i?
If i'm so wrong
(so wrong, so wrong)
how can you listen all night long?
(night long, night long)
18 de junho de 2007
YAWP
We don't read and write poetry because it's cute. We read and write poetry because we are members of the human race. And the human race is filled with passion. And medicine, law, business, engineering, these are noble pursuits and necessary to sustain life. But poetry, beauty, romance, love, these are what we stay alive for. To quote from Whitman, "O me! O life!... of the questions of these recurring; of the endless trains of the faithless... of cities filled with the foolish; what good amid these, O me, O life?" Answer. That you are here - that life exists, and identity; that the powerful play goes on and you may contribute a verse. That the powerful play *goes on* and you may contribute a verse. What will your verse be?
John Keating em "O Clube dos Poetas Mortos."
John Keating em "O Clube dos Poetas Mortos."
16 de junho de 2007
Estão de volta.
Young Modern é o novo trabalho dos Silverchair.
Mudaram de som, de visual.
Uma transformação que considero fantástica.
Ficam alguns vídeos de músicas que ficaram comigo enquanto fui crescendo, bem como o novo vídeo, "Straight Lines".
Mudaram de som, de visual.
Uma transformação que considero fantástica.
Ficam alguns vídeos de músicas que ficaram comigo enquanto fui crescendo, bem como o novo vídeo, "Straight Lines".
12 de junho de 2007
Prognóstico. Só no fim do jogo - Alive

Estive no Alive.
De borla. Obrigado Pai ( as cervejas também renderam)
No backstage.Obrigado Mariana, pelo jantar, pelos momentos de descanso, por ver os Da Weasel, Sam the Kid, Matishyau ao vivo e a cores.
Não sendo o festival de Lisboa que mais me atraiu, era óbvio que sendo de borla nao ia deixar de ir e perder alguns bons concertos que passaram pelos dois palcos optimus.
Deixo uma humilde opinião dos concertos que vi, em formato de nota.
Os que não falar, é porque não vi. Ou não me interessavam, ou não gostava, ou já tinha visto, ou simplesmente não deu para ver.
Aqui vai
- Linkin Park - 16 - A voz do Chester melhorou bastante e apesar de não terem tocado o One Step Closer, foi um bom concerto.
- Pearl Jam - 17 - Para quem já os viu três vezes, obviamente que não trazem anda de novo. Mas é únicoo ouvir a Betterman, Black, Rearview Mirror ao vivo. Sem contar que, e em palavras do Eddie, "Que se foda Madrid!".
- Tora Tora Big Band - 16 - Primeiro concerto do último dia, num palco secundário. Começou com 10 pessoas que rapidamente passaram para algumas centenas a curtir este mix de música jazz. Bom trabalho.
- Wraygun - 18 - Um dos melhores concertos do festival. O furatdo consegue pegar numa multidão na perfeição.
- Blasted Mechanism - 18 - Continuam uma das bandas mais à frente em Portugal. Pelo som e pelo visual. Deram um show de primeira onde apostaram no novo cd, não esquecendo o que está para trás na carreira destes músicos universais.
- The Used - 16 - Era daquelas bandas que quando soube que vinham pensei que não iam ter ninguém apra ver. Vamos ser realistas, não existem muitos fãs de Emo em Portugal, tirando aqui o próprio e mais alguns. A verdade é que conseguiram pegar no público considerável e dar um bom show. Energético.
- Sam the Kid - 18 - O cachopo. Ora bem, começa a ter um público assíduo e a crescer no panorama português. O seu som abrangente e versátil , aliado às letras de intervenção, conseguem captivar várias idades o que torna um concerto dele muito bom. Sem contar que era o primeiro do palco principal no último dia.
- Matyshyau ( ou lá como se escreve) - 15 - Tem excelentes músicos atrás dele, capazes de exceleentes momentos de improviso. Contudo... É algo maçador... Ao fim da 4º música já tamos fartos de ouvir o gajo a tentar fazer vozes de harmonia.
- Da Weasel - 19 - "Para os meus putos na primeira fila". Com o novo cd nas costas, os Da Weasel apresentam-se com temas antigos e alguns novos o que uma nov aintensidade aos seus concertos. Mantendo o discurso de paz e uso do preservativo, Pacman é o homem da frente. De referir o jam com Matyshyau.
- Beastie Boys - 13 - Infelizmente o conerto mais fraco para mim. Apostaram muito no novo cd de instrumentais e esqueceram-se um pouco das músicas que os tornaram ícones do hip hip. Lá para o fim, a coisa melhorou mas não se percebe porque não tocaram "Fight for your right to party"...
- Buraka Som Sistema - 19 - O melhor da festa estava guardado para o fim! Kalaf, Lil'John e companhia tomaram de assalto o palco secundário e levaram bastantes centenas de pessoas a levantar o pé do chão e a vibrar com o Kuduro e Kizomba eletrónico.Estava à pinha. E muitas pessoas sairam de Beastie para ver Buraka o que reflecte o potencial desta grande banda e de como o seu som se torna cada vez mais um marco na música portuguesa.
Como repararam, não falo de nenhuma banda do segundo dia. Não estava lá.
Não houve nada que me fizesse deixar de ir à xixa fumar e depois ir ao cinema.
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